Macau, 1951 — Porto

Pintor, escritor, ilustrador, fotógrafo, designer gráfico; director de arte, de interiores, de exposições e de moda. Dirigente cultural em Macau desde 1978.

    Diferente
no lugar
onde estás

“Eu penso que sempre fiz o chamado jogo do macaense. Eu defini-lo-ia como ser diferente no lugar onde estás.”

Cinquenta e mais anos de CriActividade — moedas, selos, medalhas, marcas, museus, moda, fotografia e prosa, da página juvenil de 1965 às pinturas dos anos do Porto.

Deslizar

“O macaense é a charneira, o elemento articulador entre dois mundos.”

António Conceição Júnior, 1998

Uma vida entre linguagens

Cinquenta e mais anos de CriActividade

Nascido em Macau em 1951, numa família que já moldara a vida literária do território, António Conceição Júnior construiu uma obra que atravessa a pintura, o design, a fotografia, a escrita, a moda e a liderança cultural. No último quarto de século do Macau português, as moedas, os selos, a marca dos camiões de limpeza, os catálogos do museu e as roupas das primeiras passerelles do território foram — numa medida impensável em qualquer lugar maior — obra de um único designer.

24

selos da emissão base dos Correios de Macau

400+

livros, catálogos e cartazes com direcção de arte

10

colecções de moda, 1990–1998

7

álbuns fotográficos

12+

medalhas por convite e por concurso

3

livros de crónicas e contos

Biografia

De uma fotografia de 1925 ao atelier do Porto

Oito capítulos de uma vida entre dois mundos — a mãe jornalista, o pai campeão de velocidade, o rapaz no barco para Hong Kong, o director de museu aos vinte e sete anos, a cidade que desenhou e o escritor em que se tornou.

Ler a biografia →

1

Capítulo 1 · 1965–1976

O Desenho e o Romance Gráfico

Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Desenho original, tinta sobre papel.

Estampa 1.1 — Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Desenho original, tinta sobre papel.

Tudo começa no papel.

Aos catorze anos dirigiu, desenhou e escreveu uma página juvenil no Notícias de Macau. Aos dezasseis, caricaturas e pinturas a óleo preenchiam a sua primeira exposição individual. Um retrato, já então o compreendia, é um argumento.

Na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, ao lado de Fernando Calhau e de Julião Sarmento, aprendeu a chapa, a prova e a tiragem com João Hogan. Em 1976 a Edibanda publicou Wong Fei Hong · O Vento de Shantung — uma China desenhada de memória e não de palavras de ordem — e representou Portugal no 12.º Congresso Internacional de Banda Desenhada, em Lucca.

Wong Fei Hong · Vento de Shantung. Capa, Edibanda, 1976.

1.2 Wong Fei Hong · Vento de Shantung. Capa, Edibanda, 1976.

Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Letragem do título. Tinta e guache sobre papel.

1.7 Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Lettering do título. Tinta e guache sobre papel.

Jonas. Banda desenhada, página 5. Tinta sobre papel, s.d.

1.12 Jonas. Banda desenhada, página 5. Tinta sobre papel, s.d.

Ao cavalete, Macau, 1983. Fotografia.

1.3 Ao cavalete, Macau, 1983. Fotografia.

Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Página original, tinta sobre papel.

1.8 Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Prancha original, tinta sobre papel.

Caricatura: O Economista. Tinta sobre papel, s.d.

1.13 Caricatura: O Economista. Tinta sobre papel, s.d.

Caricatura de Shinzo Abe. Tinta sobre papel.

1.4 Caricatura de Shinzo Abe. Tinta sobre papel.

Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Página original, tinta sobre papel.

1.9 Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Prancha original, tinta sobre papel.

Caricatura: Ministro Gaspar. Tinta sobre papel, s.d.

1.14 Caricatura: Ministro Gaspar. Tinta sobre papel, s.d.

Pintura em azul. Acrílico sobre tela.

1.5 Pintura em azul. Acrílico sobre tela.

Jonas. Banda desenhada, página 1. Tinta sobre papel, s.d.

1.10 Jonas. Banda desenhada, página 1. Tinta sobre papel, s.d.

Inauguração da exposição de caricaturas, Macau, 1967. Fotografia.

1.6 Inauguração da exposição de caricaturas, Macau, 1967. Fotografia.

Jonas. Banda desenhada, página 2. Tinta sobre papel, s.d.

1.11 Jonas. Banda desenhada, página 2. Tinta sobre papel, s.d.

Wong Fei Hong · Vento de Shantung. Capa, Edibanda, 1976.

1.2 Wong Fei Hong · Vento de Shantung. Capa, Edibanda, 1976.

Pintura em azul. Acrílico sobre tela.

1.5 Pintura em azul. Acrílico sobre tela.

Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Página original, tinta sobre papel.

1.8 Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Prancha original, tinta sobre papel.

Jonas. Banda desenhada, página 2. Tinta sobre papel, s.d.

1.11 Jonas. Banda desenhada, página 2. Tinta sobre papel, s.d.

Caricatura: Ministro Gaspar. Tinta sobre papel, s.d.

1.14 Caricatura: Ministro Gaspar. Tinta sobre papel, s.d.

Ao cavalete, Macau, 1983. Fotografia.

1.3 Ao cavalete, Macau, 1983. Fotografia.

Inauguração da exposição de caricaturas, Macau, 1967. Fotografia.

1.6 Inauguração da exposição de caricaturas, Macau, 1967. Fotografia.

Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Página original, tinta sobre papel.

1.9 Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Prancha original, tinta sobre papel.

Jonas. Banda desenhada, página 5. Tinta sobre papel, s.d.

1.12 Jonas. Banda desenhada, página 5. Tinta sobre papel, s.d.

Caricatura de Shinzo Abe. Tinta sobre papel.

1.4 Caricatura de Shinzo Abe. Tinta sobre papel.

Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Letragem do título. Tinta e guache sobre papel.

1.7 Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Lettering do título. Tinta e guache sobre papel.

Jonas. Banda desenhada, página 1. Tinta sobre papel, s.d.

1.10 Jonas. Banda desenhada, página 1. Tinta sobre papel, s.d.

Caricatura: O Economista. Tinta sobre papel, s.d.

1.13 Caricatura: O Economista. Tinta sobre papel, s.d.

Wong Fei Hong · Vento de Shantung. Capa, Edibanda, 1976.

1.2 Wong Fei Hong · Vento de Shantung. Capa, Edibanda, 1976.

Caricatura de Shinzo Abe. Tinta sobre papel.

1.4 Caricatura de Shinzo Abe. Tinta sobre papel.

Inauguração da exposição de caricaturas, Macau, 1967. Fotografia.

1.6 Inauguração da exposição de caricaturas, Macau, 1967. Fotografia.

Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Página original, tinta sobre papel.

1.8 Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Prancha original, tinta sobre papel.

Jonas. Banda desenhada, página 1. Tinta sobre papel, s.d.

1.10 Jonas. Banda desenhada, página 1. Tinta sobre papel, s.d.

Jonas. Banda desenhada, página 5. Tinta sobre papel, s.d.

1.12 Jonas. Banda desenhada, página 5. Tinta sobre papel, s.d.

Caricatura: Ministro Gaspar. Tinta sobre papel, s.d.

1.14 Caricatura: Ministro Gaspar. Tinta sobre papel, s.d.

Ao cavalete, Macau, 1983. Fotografia.

1.3 Ao cavalete, Macau, 1983. Fotografia.

Pintura em azul. Acrílico sobre tela.

1.5 Pintura em azul. Acrílico sobre tela.

Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Letragem do título. Tinta e guache sobre papel.

1.7 Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Lettering do título. Tinta e guache sobre papel.

Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Página original, tinta sobre papel.

1.9 Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Prancha original, tinta sobre papel.

Jonas. Banda desenhada, página 2. Tinta sobre papel, s.d.

1.11 Jonas. Banda desenhada, página 2. Tinta sobre papel, s.d.

Caricatura: O Economista. Tinta sobre papel, s.d.

1.13 Caricatura: O Economista. Tinta sobre papel, s.d.

Capítulo 2 · 1978–1998

O Museu e a Galeria

2

Aos vinte e sete anos, o primeiro conservador a tempo inteiro de um museu que nunca tivera nenhum.

A 1 de Janeiro de 1978 tornou-se conservador-director do Museu Luís de Camões, um museu de arte chinesa instalado na Casa Garden e nascido do legado de Manuel da Silva Mendes — professor dos seus pais. Fotografou a colecção para o primeiro inventário, lançou a revista ARTIS e, com a Gulbenkian, levou a cabo o primeiro restauro do museu.

Abriu a primeira galeria de exposições temporárias de Macau, comissariou Macau · 400 Anos de Oriente em Lisboa, assegurou o primeiro acordo de intercâmbio cultural com Hong Kong e trouxe ao território Tàpies, Paula Rego e a colecção Manuel de Brito. Seguiram-se dois grandes prémios Museion.

Macau · 400 Anos de Oriente, Fundação Gulbenkian, Lisboa, 1980. Vista da exposição.

Estampa 2.1 — Macau · 400 Anos de Oriente, Fundação Gulbenkian, Lisboa, 1980. Vista da exposição.

ARTIS, a revista do museu, n.º 1, 1978.

2.2 ARTIS, a revista do museu, n.º 1, 1978.

Correspondência com a Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1978. Dactiloscrito.

2.7 Correspondência com a Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1978. Dactiloscrito.

Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.12 Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

Paula Rego. Catálogo, Macau, 1997.

2.3 Paula Rego. Catálogo, Macau, 1997.

Quinzena de Macau, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.8 Quinzena de Macau, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.13 Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

Antoni Tàpies. Catálogo para o congresso da AICA, Macau, 1995.

2.4 Antoni Tàpies. Catálogo do congresso da AICA, Macau, 1995.

Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.9 Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.14 Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

Esculturas de João Cutileiro. Catálogo.

2.5 Esculturas de João Cutileiro. Catálogo.

Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.10 Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

Inauguração da Missão de Macau, Lisboa, 1990.

2.6 Inauguração da Missão de Macau, Lisboa, 1990.

Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.11 Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

ARTIS, a revista do museu, n.º 1, 1978.

2.2 ARTIS, a revista do museu, n.º 1, 1978.

Esculturas de João Cutileiro. Catálogo.

2.5 Esculturas de João Cutileiro. Catálogo.

Quinzena de Macau, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.8 Quinzena de Macau, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.11 Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.14 Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

Paula Rego. Catálogo, Macau, 1997.

2.3 Paula Rego. Catálogo, Macau, 1997.

Inauguração da Missão de Macau, Lisboa, 1990.

2.6 Inauguração da Missão de Macau, Lisboa, 1990.

Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.9 Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.12 Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

Antoni Tàpies. Catálogo para o congresso da AICA, Macau, 1995.

2.4 Antoni Tàpies. Catálogo do congresso da AICA, Macau, 1995.

Correspondência com a Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1978. Dactiloscrito.

2.7 Correspondência com a Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1978. Dactiloscrito.

Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.10 Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.13 Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

ARTIS, a revista do museu, n.º 1, 1978.

2.2 ARTIS, a revista do museu, n.º 1, 1978.

Antoni Tàpies. Catálogo para o congresso da AICA, Macau, 1995.

2.4 Antoni Tàpies. Catálogo do congresso da AICA, Macau, 1995.

Inauguração da Missão de Macau, Lisboa, 1990.

2.6 Inauguração da Missão de Macau, Lisboa, 1990.

Quinzena de Macau, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.8 Quinzena de Macau, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.10 Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.12 Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.14 Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

Paula Rego. Catálogo, Macau, 1997.

2.3 Paula Rego. Catálogo, Macau, 1997.

Esculturas de João Cutileiro. Catálogo.

2.5 Esculturas de João Cutileiro. Catálogo.

Correspondência com a Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1978. Dactiloscrito.

2.7 Correspondência com a Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1978. Dactiloscrito.

Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.9 Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.11 Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

2.13 Quinzena de Macau, 1980. Vista da exposição. Fotografia.

3

Capítulo 3 · 1978–2020

Identidade, Marcas e Impressos

Cidade Nossa · Cidade Limpa, c. 1984. Marca da campanha de limpeza de Macau. Primeiro prémio.

Estampa 3.1 — Cidade Nossa · Cidade Limpa, c. 1984. Marca da campanha de limpeza de Macau. Primeiro prémio.

Uma identidade como acto público, não como marca.

Uma folha verde e quatro palavras — Cidade Nossa, Cidade Limpa. Vencedora de um concurso nacional, construída sobre uma grelha rigorosa, a marca da campanha de limpeza continua nos camiões da cidade quarenta anos depois.

O hospital Conde de S. Januário, o Instituto Português do Oriente, o Fórum de Macau, a Autoridade de Aviação Civil: desenhou as marcas que a Macau do final da administração portuguesa ostentou, e fez a direcção de arte de mais de quatrocentos livros, catálogos e cartazes.

Marcas e logótipos, 1978–2004.

3.2 Marcas e logótipos, 1978–2004.

Marcas, 1978–2004. Folha de conjunto do portfólio do artista.

3.7 Marcas, 1978–2004. Folha de conjunto do portfólio do artista.

IASM. Marca. Arte-final.

3.12 IASM. Marca. Arte-final.

Centro Hospitalar Conde de S. Januário. Logótipo.

3.3 Centro Hospitalar Conde de S. Januário. Logótipo.

Instituto Português do Oriente, décimo quinto aniversário, 2004. Marca e logótipo. Arte-final.

3.8 Instituto Português do Oriente, décimo quinto aniversário, 2004. Marca e logótipo. Arte-final.

Montepio. Marca. Arte-final.

3.13 Montepio. Marca. Arte-final.

II Festival Internacional de Música de Macau. Cartaz.

3.4 II Festival Internacional de Música de Macau. Cartaz.

Fórum de Macau, 1993. Os FF. Arte-final.

3.9 Fórum de Macau, 1993. Os F. Arte-final.

Fundação Macau para a Cooperação e Desenvolvimento, 1999. Marca. Arte-final.

3.14 Fundação Macau para a Cooperação e Desenvolvimento, 1999. Marca. Arte-final.

Envolvências. Cartaz da exposição, 1993.

3.5 Envolvências. Cartaz da exposição, 1993.

Fórum de Macau. Marca. Arte-final.

3.10 Fórum de Macau. Marca. Arte-final.

CAM. Marca. Arte-final.

3.15 CAM. Marca. Arte-final.

Instituto Português do Oriente. Logótipo.

3.6 Instituto Português do Oriente. Logótipo.

Autoridade de Aviação Civil de Macau. Marca. Arte-final.

3.11 Autoridade de Aviação Civil de Macau. Marca. Arte-final.

A.M.E.D.A.F.O., Associação para o Estudo e Desenvolvimento do Aikido e das Filosofias Orientais, 1999. Marca. Arte-final.

3.16 A.M.E.D.A.F.O., Associação para o Estudo e Desenvolvimento do Aikido e das Filosofias Orientais, 1999. Marca. Arte-final.

Marcas e logótipos, 1978–2004.

3.2 Marcas e logótipos, 1978–2004.

Envolvências. Cartaz da exposição, 1993.

3.5 Envolvências. Cartaz da exposição, 1993.

Instituto Português do Oriente, décimo quinto aniversário, 2004. Marca e logótipo. Arte-final.

3.8 Instituto Português do Oriente, décimo quinto aniversário, 2004. Marca e logótipo. Arte-final.

Autoridade de Aviação Civil de Macau. Marca. Arte-final.

3.11 Autoridade de Aviação Civil de Macau. Marca. Arte-final.

Fundação Macau para a Cooperação e Desenvolvimento, 1999. Marca. Arte-final.

3.14 Fundação Macau para a Cooperação e Desenvolvimento, 1999. Marca. Arte-final.

Centro Hospitalar Conde de S. Januário. Logótipo.

3.3 Centro Hospitalar Conde de S. Januário. Logótipo.

Instituto Português do Oriente. Logótipo.

3.6 Instituto Português do Oriente. Logótipo.

Fórum de Macau, 1993. Os FF. Arte-final.

3.9 Fórum de Macau, 1993. Os F. Arte-final.

IASM. Marca. Arte-final.

3.12 IASM. Marca. Arte-final.

CAM. Marca. Arte-final.

3.15 CAM. Marca. Arte-final.

II Festival Internacional de Música de Macau. Cartaz.

3.4 II Festival Internacional de Música de Macau. Cartaz.

Marcas, 1978–2004. Folha de conjunto do portfólio do artista.

3.7 Marcas, 1978–2004. Folha de conjunto do portfólio do artista.

Fórum de Macau. Marca. Arte-final.

3.10 Fórum de Macau. Marca. Arte-final.

Montepio. Marca. Arte-final.

3.13 Montepio. Marca. Arte-final.

A.M.E.D.A.F.O., Associação para o Estudo e Desenvolvimento do Aikido e das Filosofias Orientais, 1999. Marca. Arte-final.

3.16 A.M.E.D.A.F.O., Associação para o Estudo e Desenvolvimento do Aikido e das Filosofias Orientais, 1999. Marca. Arte-final.

Marcas e logótipos, 1978–2004.

3.2 Marcas e logótipos, 1978–2004.

II Festival Internacional de Música de Macau. Cartaz.

3.4 II Festival Internacional de Música de Macau. Cartaz.

Instituto Português do Oriente. Logótipo.

3.6 Instituto Português do Oriente. Logótipo.

Instituto Português do Oriente, décimo quinto aniversário, 2004. Marca e logótipo. Arte-final.

3.8 Instituto Português do Oriente, décimo quinto aniversário, 2004. Marca e logótipo. Arte-final.

Fórum de Macau. Marca. Arte-final.

3.10 Fórum de Macau. Marca. Arte-final.

IASM. Marca. Arte-final.

3.12 IASM. Marca. Arte-final.

Fundação Macau para a Cooperação e Desenvolvimento, 1999. Marca. Arte-final.

3.14 Fundação Macau para a Cooperação e Desenvolvimento, 1999. Marca. Arte-final.

A.M.E.D.A.F.O., Associação para o Estudo e Desenvolvimento do Aikido e das Filosofias Orientais, 1999. Marca. Arte-final.

3.16 A.M.E.D.A.F.O., Associação para o Estudo e Desenvolvimento do Aikido e das Filosofias Orientais, 1999. Marca. Arte-final.

Centro Hospitalar Conde de S. Januário. Logótipo.

3.3 Centro Hospitalar Conde de S. Januário. Logótipo.

Envolvências. Cartaz da exposição, 1993.

3.5 Envolvências. Cartaz da exposição, 1993.

Marcas, 1978–2004. Folha de conjunto do portfólio do artista.

3.7 Marcas, 1978–2004. Folha de conjunto do portfólio do artista.

Fórum de Macau, 1993. Os FF. Arte-final.

3.9 Fórum de Macau, 1993. Os F. Arte-final.

Autoridade de Aviação Civil de Macau. Marca. Arte-final.

3.11 Autoridade de Aviação Civil de Macau. Marca. Arte-final.

Montepio. Marca. Arte-final.

3.13 Montepio. Marca. Arte-final.

CAM. Marca. Arte-final.

3.15 CAM. Marca. Arte-final.

Capítulo 4 · 1982–2011

Moedas, Selos, Medalhas e Joalharia

4

A mais pequena escala, o maior público.

Em 1982, depois de se formar em desenho de notas na Bradbury Wilkinson, em Londres, desenhou a moeda circulante de Macau. Uma face ostenta as armas portuguesas; a outra, um carácter chinês — 福 fortuna, 祿 prosperidade, 壽 longevidade — inscrito num quadrado, a terra dentro do círculo do céu. Duas culturas, um só objecto: “uma ponte que não se podia quebrar”.

No mesmo ano desenhou a emissão base de vinte e quatro selos dos Correios de Macau. Seguiram-se mais de uma dúzia de medalhas, entre elas o projecto vencedor da Transferência de Soberania, em 1999 — uma edição de duas mil que nunca chegou a ser distribuída.

10 avos, 1982. Anverso e reverso: 福, fortuna. Latão.

Estampa 4.1 — 10 avos, 1982. Anverso e reverso: 福, fortuna. Latão.

Pataca, segunda série, 1982. Moeda de circulação, Instituto Emissor de Macau.

4.2 Pataca, segunda série, 1982. Moeda de circulação, Instituto Emissor de Macau.

20 avos, 1982. 祿. Anverso e reverso.

4.7 20 avos, 1982. 祿. Anverso e reverso.

Moeda comemorativa do zodíaco lunar chinês: Ano do Macaco. Anverso e reverso.

4.12 Moeda comemorativa do signo lunar chinês: Ano do Macaco. Anverso e reverso.

Cerâmica de Shek Wan. Emissão filatélica, Correios de Macau.

4.3 Cerâmica de Shek Wan. Emissão filatélica, Correios de Macau.

50 avos, 1982. 壽. Anverso e reverso.

4.8 50 avos, 1982. 壽. Anverso e reverso.

Moeda de Macau. Capa da publicação.

4.13 Moeda de Macau. Capa da publicação.

Medalha da Transferência de Soberania, 1999. Primeiro prémio em concurso.

4.4 Medalha da Transferência de Soberania, 1999. Primeiro prémio em concurso.

1 pataca, 1982. Anverso e reverso.

4.9 1 pataca, 1982. Anverso e reverso.

Edifícios Governamentais e Monumentos de Macau, 1982. A primeira série, quinze selos: quatro taxas.

4.14 Edifícios Governamentais e Monumentos de Macau, 1982. A primeira série, quinze selos: quatro taxas.

Moeda comemorativa do signo lunar: Ano da Cabra.

4.5 Moeda comemorativa do signo lunar: Ano da Cabra.

5 patacas, 1982. Anverso e reverso.

4.10 5 patacas, 1982. Anverso e reverso.

Edifícios Governamentais e Monumentos de Macau, 1982. Sobrescrito de primeiro dia.

4.15 Edifícios Governamentais e Monumentos de Macau, 1982. Sobrescrito de primeiro dia.

Pregadeira em ónix e ouro. Joalharia.

4.6 Broche de ónix e ouro. Joalharia.

Moeda comemorativa dos signos lunares chineses: Ano do Coelho. Anverso e reverso.

4.11 Moeda comemorativa do signo lunar chinês: Ano do Coelho. Anverso e reverso.

Correios de Macau. Simpósio de Psiquiatria Transcultural, 1981. 50 avos.

4.16 Correios de Macau. Simpósio de Psiquiatria Transcultural, 1981. 50 avos.

Pataca, segunda série, 1982. Moeda de circulação, Instituto Emissor de Macau.

4.2 Pataca, segunda série, 1982. Moeda de circulação, Instituto Emissor de Macau.

Moeda comemorativa do signo lunar: Ano da Cabra.

4.5 Moeda comemorativa do signo lunar: Ano da Cabra.

50 avos, 1982. 壽. Anverso e reverso.

4.8 50 avos, 1982. 壽. Anverso e reverso.

Moeda comemorativa dos signos lunares chineses: Ano do Coelho. Anverso e reverso.

4.11 Moeda comemorativa do signo lunar chinês: Ano do Coelho. Anverso e reverso.

Edifícios Governamentais e Monumentos de Macau, 1982. A primeira série, quinze selos: quatro taxas.

4.14 Edifícios Governamentais e Monumentos de Macau, 1982. A primeira série, quinze selos: quatro taxas.

Cerâmica de Shek Wan. Emissão filatélica, Correios de Macau.

4.3 Cerâmica de Shek Wan. Emissão filatélica, Correios de Macau.

Pregadeira em ónix e ouro. Joalharia.

4.6 Broche de ónix e ouro. Joalharia.

1 pataca, 1982. Anverso e reverso.

4.9 1 pataca, 1982. Anverso e reverso.

Moeda comemorativa do zodíaco lunar chinês: Ano do Macaco. Anverso e reverso.

4.12 Moeda comemorativa do signo lunar chinês: Ano do Macaco. Anverso e reverso.

Edifícios Governamentais e Monumentos de Macau, 1982. Sobrescrito de primeiro dia.

4.15 Edifícios Governamentais e Monumentos de Macau, 1982. Sobrescrito de primeiro dia.

Medalha da Transferência de Soberania, 1999. Primeiro prémio em concurso.

4.4 Medalha da Transferência de Soberania, 1999. Primeiro prémio em concurso.

20 avos, 1982. 祿. Anverso e reverso.

4.7 20 avos, 1982. 祿. Anverso e reverso.

5 patacas, 1982. Anverso e reverso.

4.10 5 patacas, 1982. Anverso e reverso.

Moeda de Macau. Capa da publicação.

4.13 Moeda de Macau. Capa da publicação.

Correios de Macau. Simpósio de Psiquiatria Transcultural, 1981. 50 avos.

4.16 Correios de Macau. Simpósio de Psiquiatria Transcultural, 1981. 50 avos.

Pataca, segunda série, 1982. Moeda de circulação, Instituto Emissor de Macau.

4.2 Pataca, segunda série, 1982. Moeda de circulação, Instituto Emissor de Macau.

Medalha da Transferência de Soberania, 1999. Primeiro prémio em concurso.

4.4 Medalha da Transferência de Soberania, 1999. Primeiro prémio em concurso.

Pregadeira em ónix e ouro. Joalharia.

4.6 Broche de ónix e ouro. Joalharia.

50 avos, 1982. 壽. Anverso e reverso.

4.8 50 avos, 1982. 壽. Anverso e reverso.

5 patacas, 1982. Anverso e reverso.

4.10 5 patacas, 1982. Anverso e reverso.

Moeda comemorativa do zodíaco lunar chinês: Ano do Macaco. Anverso e reverso.

4.12 Moeda comemorativa do signo lunar chinês: Ano do Macaco. Anverso e reverso.

Edifícios Governamentais e Monumentos de Macau, 1982. A primeira série, quinze selos: quatro taxas.

4.14 Edifícios Governamentais e Monumentos de Macau, 1982. A primeira série, quinze selos: quatro taxas.

Correios de Macau. Simpósio de Psiquiatria Transcultural, 1981. 50 avos.

4.16 Correios de Macau. Simpósio de Psiquiatria Transcultural, 1981. 50 avos.

Cerâmica de Shek Wan. Emissão filatélica, Correios de Macau.

4.3 Cerâmica de Shek Wan. Emissão filatélica, Correios de Macau.

Moeda comemorativa do signo lunar: Ano da Cabra.

4.5 Moeda comemorativa do signo lunar: Ano da Cabra.

20 avos, 1982. 祿. Anverso e reverso.

4.7 20 avos, 1982. 祿. Anverso e reverso.

1 pataca, 1982. Anverso e reverso.

4.9 1 pataca, 1982. Anverso e reverso.

Moeda comemorativa dos signos lunares chineses: Ano do Coelho. Anverso e reverso.

4.11 Moeda comemorativa do signo lunar chinês: Ano do Coelho. Anverso e reverso.

Moeda de Macau. Capa da publicação.

4.13 Moeda de Macau. Capa da publicação.

Edifícios Governamentais e Monumentos de Macau, 1982. Sobrescrito de primeiro dia.

4.15 Edifícios Governamentais e Monumentos de Macau, 1982. Sobrescrito de primeiro dia.

5

Capítulo 5 · 1985–1998

Moda

Samarkanda · A Sagração da Primavera, Expowear, FIL Lisboa, 1991.

Estampa 5.1 — Samarkanda · A Sagração da Primavera, Expowear, FIL Lisboa, 1991.

Oito anos, dez colecções, nenhuma etiqueta.

O primeiro estilista de Macau, num lugar onde a expressão ainda nada significava. As colecções começam com Na Rota do Oriente no Casino Estoril em 1990; Samarkanda · A Sagração da Primavera foi distinguida como melhor colecção na Expowear em 1991 e seguiu para a Europalia, em Bruxelas.

Mandhala, Nam Ban, Corpo de Seda, Mãe China em Pequim, Amrhitsar em Dalian, Namasté, The Body’s Soul em Hong Kong. Recusou uma boutique — “isso é casar-me pelo artesanato” — querendo antes abrir a indústria têxtil portuguesa à China, ao Japão e à Índia por via de Macau.

Na Rota do Oriente, Casino Estoril, 1990.

5.2 Na Rota do Oriente, Casino Estoril, 1990.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.7 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.12 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

Corpo de Seda, 1995.

5.17 Corpo de Seda, 1995.

Vestido-leque, seda italiana, 1992.

5.3 Vestido-leque, seda italiana, 1992.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.8 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.13 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

Samarkanda, 1992. Fotografia.

5.4 Samarkanda, 1992. Fotografia.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.9 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.14 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

Namasté, Outono/Inverno 1995–96.

5.5 Namasté, Outono/Inverno 1995–96.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.10 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

«Designer de Macau deu espectáculo em noite de moda». Imprensa, Lisboa, 1990. Recorte.

5.15 «Designer de Macau deu espectáculo em noite de moda». Imprensa, Lisboa, 1990. Recorte.

Nam Ban. Final do desfile, Casa de Serralves, 1993.

5.6 Nam Ban. Final do desfile, Casa de Serralves, 1993.

Na Rota do Oriente, 1990. Casacos-túnica com capuz. Fotografia.

5.11 Na Rota do Oriente, 1990. Casacos-túnica com capuz. Fotografia.

Cobertura de imprensa da colecção Via da Seda, 1990. Recorte.

5.16 Cobertura de imprensa da colecção Via da Seda, 1990. Recorte.

Na Rota do Oriente, Casino Estoril, 1990.

5.2 Na Rota do Oriente, Casino Estoril, 1990.

Namasté, Outono/Inverno 1995–96.

5.5 Namasté, Outono/Inverno 1995–96.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.8 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

Na Rota do Oriente, 1990. Casacos-túnica com capuz. Fotografia.

5.11 Na Rota do Oriente, 1990. Casacos-túnica com capuz. Fotografia.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.14 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

Corpo de Seda, 1995.

5.17 Corpo de Seda, 1995.

Vestido-leque, seda italiana, 1992.

5.3 Vestido-leque, seda italiana, 1992.

Nam Ban. Final do desfile, Casa de Serralves, 1993.

5.6 Nam Ban. Final do desfile, Casa de Serralves, 1993.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.9 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.12 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

«Designer de Macau deu espectáculo em noite de moda». Imprensa, Lisboa, 1990. Recorte.

5.15 «Designer de Macau deu espectáculo em noite de moda». Imprensa, Lisboa, 1990. Recorte.

Samarkanda, 1992. Fotografia.

5.4 Samarkanda, 1992. Fotografia.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.7 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.10 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.13 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

Cobertura de imprensa da colecção Via da Seda, 1990. Recorte.

5.16 Cobertura de imprensa da colecção Via da Seda, 1990. Recorte.

Na Rota do Oriente, Casino Estoril, 1990.

5.2 Na Rota do Oriente, Casino Estoril, 1990.

Samarkanda, 1992. Fotografia.

5.4 Samarkanda, 1992. Fotografia.

Nam Ban. Final do desfile, Casa de Serralves, 1993.

5.6 Nam Ban. Final do desfile, Casa de Serralves, 1993.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.8 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.10 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.12 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.14 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

Cobertura de imprensa da colecção Via da Seda, 1990. Recorte.

5.16 Cobertura de imprensa da colecção Via da Seda, 1990. Recorte.

Vestido-leque, seda italiana, 1992.

5.3 Vestido-leque, seda italiana, 1992.

Namasté, Outono/Inverno 1995–96.

5.5 Namasté, Outono/Inverno 1995–96.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.7 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.9 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

Na Rota do Oriente, 1990. Casacos-túnica com capuz. Fotografia.

5.11 Na Rota do Oriente, 1990. Casacos-túnica com capuz. Fotografia.

Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

5.13 Na Rota do Oriente, 1990. Fotografia de desfile.

«Designer de Macau deu espectáculo em noite de moda». Imprensa, Lisboa, 1990. Recorte.

5.15 «Designer de Macau deu espectáculo em noite de moda». Imprensa, Lisboa, 1990. Recorte.

Corpo de Seda, 1995.

5.17 Corpo de Seda, 1995.

Capítulo 6 · 1995–2004

Traje, Uniforme e Cena

6

Reconhecível num relance, em duas culturas, sem disfarce.

Para o novo aeroporto internacional, o World Trade Center, o BNU e o BCM-Asia, desenhou a maior parte das fardas com que um visitante se cruzaria na Macau dos anos 1990 — e, em 2004, o traje académico do Instituto Inter-Universitário: uma beca europeia repensada para uma cidade chinesa.

Em 1997, como director artístico do 8.º Festival de Artes de Macau, inaugurou-o com O Som do Leque, um bailado transcultural coreografado por Vasco Wellenkamp, para o qual concebeu cenário, figurinos, programa e cartaz, e ensinou aikido aos bailarinos.

Colecção Criador: desenho de criação a partir do kamishimo do período Edo. Tinta sobre papel.

Estampa 6.1 — Colecção Criador: desenho de criação a partir do kamishimo do período Edo. Tinta sobre papel.

Kenjutsu. Fotografia.

6.2 Kenjutsu. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.7 Estudo de traje. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.12 Estudo de traje. Fotografia.

Aikido. Fotograma de Prazer de Criar, RTP, 1997.

6.3 Aikido. Fotograma de Prazer de Criar, RTP, 1997.

Estudo de traje. Fotografia.

6.8 Estudo de traje. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.13 Estudo de traje. Fotografia.

O artista a apresentar uma colecção de fardas, Macau, c. 1995. Fotografia.

6.4 O artista a apresentar uma colecção de fardamentos, Macau, c. 1995. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.9 Estudo de traje. Fotografia.

Com Maria Barroso Soares numa exposição de design do artista, Macau. Fotografia.

6.5 Com Maria Barroso Soares numa exposição de criações do artista, Macau. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.10 Estudo de traje. Fotografia.

O artista a ajustar um traje numa modelo. Fotografia.

6.6 O artista a ajustar um traje numa modelo. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.11 Estudo de traje. Fotografia.

Kenjutsu. Fotografia.

6.2 Kenjutsu. Fotografia.

Com Maria Barroso Soares numa exposição de design do artista, Macau. Fotografia.

6.5 Com Maria Barroso Soares numa exposição de criações do artista, Macau. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.8 Estudo de traje. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.11 Estudo de traje. Fotografia.

Aikido. Fotograma de Prazer de Criar, RTP, 1997.

6.3 Aikido. Fotograma de Prazer de Criar, RTP, 1997.

O artista a ajustar um traje numa modelo. Fotografia.

6.6 O artista a ajustar um traje numa modelo. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.9 Estudo de traje. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.12 Estudo de traje. Fotografia.

O artista a apresentar uma colecção de fardas, Macau, c. 1995. Fotografia.

6.4 O artista a apresentar uma colecção de fardamentos, Macau, c. 1995. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.7 Estudo de traje. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.10 Estudo de traje. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.13 Estudo de traje. Fotografia.

Kenjutsu. Fotografia.

6.2 Kenjutsu. Fotografia.

O artista a apresentar uma colecção de fardas, Macau, c. 1995. Fotografia.

6.4 O artista a apresentar uma colecção de fardamentos, Macau, c. 1995. Fotografia.

O artista a ajustar um traje numa modelo. Fotografia.

6.6 O artista a ajustar um traje numa modelo. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.8 Estudo de traje. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.10 Estudo de traje. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.12 Estudo de traje. Fotografia.

Aikido. Fotograma de Prazer de Criar, RTP, 1997.

6.3 Aikido. Fotograma de Prazer de Criar, RTP, 1997.

Com Maria Barroso Soares numa exposição de design do artista, Macau. Fotografia.

6.5 Com Maria Barroso Soares numa exposição de criações do artista, Macau. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.7 Estudo de traje. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.9 Estudo de traje. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.11 Estudo de traje. Fotografia.

Estudo de traje. Fotografia.

6.13 Estudo de traje. Fotografia.

7

Capítulo 7 · 1972–2002

Interiores e o Não Construído

O Trono. De Desassamblages, IPOR, Macau, 1998.

Estampa 7.1 — O Trono. De Desassamblages, IPOR, Macau, 1998.

Espaços entendidos como páginas.

Director artístico do Hyatt Regency Macau; interiores do restaurante PAK YUN, no Estoril; um projecto de mobiliário intercultural; Desassamblages no IPOR, em 1998.

E as propostas que sobreviveram às suas instituições: um centro de artes que teria de ser “supralinguístico” para chegar a todas as comunidades (1977), um museu numismático, um festival de moda do Sudeste Asiático, um Centro de Criatividade — “lugar de Inteligência” — para uma Macau cujo futuro ele via nas ideias.

Exposição de mobiliário, Macau. Vista da exposição.

7.2 Exposição de mobiliário, Macau. Vista da exposição.

O gabinete do artista, secretária. Fotografia.

7.7 O gabinete do artista, secretária. Fotografia.

Mobiliário intercultural, 1996. Base de mesa. Fotografia.

7.12 Mobiliário intercultural, 1996. Base de mesa. Fotografia.

Armário indo-contemporâneo.

7.3 Contador indo-contemporâneo.

Mesa de altar. Fotografia.

7.8 Mesa de altar. Fotografia.

Armário. Fotografia.

7.13 Armário. Fotografia.

Desassamblages. Capa do catálogo, 1998.

7.4 Desassamblages. Capa do catálogo, 1998.

Sala VIP. Fotografia.

7.9 Sala VIP. Fotografia.

Mesa e cadeira. Fotografia.

7.14 Mesa e cadeira. Fotografia.

Mesas de centro Line.

7.5 Mesas de centro Line.

Mobiliário intercultural, 1996. Vista da exposição. Fotografia.

7.10 Mobiliário intercultural, 1996. Vista da exposição. Fotografia.

O gabinete do artista, Macau, anos 1990. Fotografia.

7.6 O escritório do artista, Macau, anos 1990. Fotografia.

Mobiliário intercultural, 1996. Contador. Fotografia.

7.11 Mobiliário intercultural, 1996. Contador. Fotografia.

Exposição de mobiliário, Macau. Vista da exposição.

7.2 Exposição de mobiliário, Macau. Vista da exposição.

Mesas de centro Line.

7.5 Mesas de centro Line.

Mesa de altar. Fotografia.

7.8 Mesa de altar. Fotografia.

Mobiliário intercultural, 1996. Contador. Fotografia.

7.11 Mobiliário intercultural, 1996. Contador. Fotografia.

Mesa e cadeira. Fotografia.

7.14 Mesa e cadeira. Fotografia.

Armário indo-contemporâneo.

7.3 Contador indo-contemporâneo.

O gabinete do artista, Macau, anos 1990. Fotografia.

7.6 O escritório do artista, Macau, anos 1990. Fotografia.

Sala VIP. Fotografia.

7.9 Sala VIP. Fotografia.

Mobiliário intercultural, 1996. Base de mesa. Fotografia.

7.12 Mobiliário intercultural, 1996. Base de mesa. Fotografia.

Desassamblages. Capa do catálogo, 1998.

7.4 Desassamblages. Capa do catálogo, 1998.

O gabinete do artista, secretária. Fotografia.

7.7 O gabinete do artista, secretária. Fotografia.

Mobiliário intercultural, 1996. Vista da exposição. Fotografia.

7.10 Mobiliário intercultural, 1996. Vista da exposição. Fotografia.

Armário. Fotografia.

7.13 Armário. Fotografia.

Exposição de mobiliário, Macau. Vista da exposição.

7.2 Exposição de mobiliário, Macau. Vista da exposição.

Desassamblages. Capa do catálogo, 1998.

7.4 Desassamblages. Capa do catálogo, 1998.

O gabinete do artista, Macau, anos 1990. Fotografia.

7.6 O escritório do artista, Macau, anos 1990. Fotografia.

Mesa de altar. Fotografia.

7.8 Mesa de altar. Fotografia.

Mobiliário intercultural, 1996. Vista da exposição. Fotografia.

7.10 Mobiliário intercultural, 1996. Vista da exposição. Fotografia.

Mobiliário intercultural, 1996. Base de mesa. Fotografia.

7.12 Mobiliário intercultural, 1996. Base de mesa. Fotografia.

Mesa e cadeira. Fotografia.

7.14 Mesa e cadeira. Fotografia.

Armário indo-contemporâneo.

7.3 Contador indo-contemporâneo.

Mesas de centro Line.

7.5 Mesas de centro Line.

O gabinete do artista, secretária. Fotografia.

7.7 O gabinete do artista, secretária. Fotografia.

Sala VIP. Fotografia.

7.9 Sala VIP. Fotografia.

Mobiliário intercultural, 1996. Contador. Fotografia.

7.11 Mobiliário intercultural, 1996. Contador. Fotografia.

Armário. Fotografia.

7.13 Armário. Fotografia.

Capítulo 8 · 1983–2016

Fotografia

8

Construídas antes de serem tiradas — nos momentos que antecedem o sono.

Álbuns ao longo de três décadas: Enquadramentos (1983), Portugal à Beira da Estrada (1986), Visões (1990), Envolvências (1993), Macrocosmos (2008), Primum Lumen, a luz primordial (2008), Trânsitos (2013) e Territórios (2014).

Sequências, mais do que registos. Em Macau, uma velha janela numa rua das traseiras pode dar início a um tema cujo fim ele ainda não conhece.

De Primum Lumen, 2008. Fotografia.

Estampa 8.1 — De Primum Lumen, 2008. Fotografia.

Fiat Lux. Capa de álbum.

8.2 Fiat Lux. Capa de álbum.

De Primum Lumen, 2008. Fotografia.

8.7 De Primum Lumen, 2008. Fotografia.

De Trânsitos, 2013. Fotografia.

8.12 De Trânsitos, 2013. Fotografia.

De Territórios, 2014. Fotografia.

8.17 De Territórios, 2014. Fotografia.

De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

8.22 De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

De Primum Lumen, 2008.

8.3 De Primum Lumen, 2008.

De Primum Lumen, 2008. Fotografia.

8.8 De Primum Lumen, 2008. Fotografia.

De Trânsitos, 2013. Fotografia.

8.13 De Trânsitos, 2013. Fotografia.

De Territórios, 2014. Fotografia.

8.18 De Territórios, 2014. Fotografia.

De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

8.23 De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

Estudo de luz. Fotografia.

8.4 De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

Trânsitos, 2013. Capa.

8.9 Trânsitos, 2013. Capa.

Territórios, 2014. Capa.

8.14 Territórios, 2014. Capa.

De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

8.19 De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

De Primum Lumen, 2008.

8.5 De Primum Lumen, 2008.

De Trânsitos, 2013. Fotografia.

8.10 De Trânsitos, 2013. Fotografia.

De Territórios, 2014. Fotografia.

8.15 De Territórios, 2014. Fotografia.

De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

8.20 De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

De Enquadramentos, 1983. Fotografia.

8.6 De Enquadramentos, 1983. Fotografia.

De Trânsitos, 2013. Fotografia.

8.11 De Trânsitos, 2013. Fotografia.

De Territórios, 2014. Fotografia.

8.16 De Territórios, 2014. Fotografia.

De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

8.21 De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

Fiat Lux. Capa de álbum.

8.2 Fiat Lux. Capa de álbum.

De Primum Lumen, 2008.

8.5 De Primum Lumen, 2008.

De Primum Lumen, 2008. Fotografia.

8.8 De Primum Lumen, 2008. Fotografia.

De Trânsitos, 2013. Fotografia.

8.11 De Trânsitos, 2013. Fotografia.

Territórios, 2014. Capa.

8.14 Territórios, 2014. Capa.

De Territórios, 2014. Fotografia.

8.17 De Territórios, 2014. Fotografia.

De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

8.20 De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

8.23 De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

De Primum Lumen, 2008.

8.3 De Primum Lumen, 2008.

De Enquadramentos, 1983. Fotografia.

8.6 De Enquadramentos, 1983. Fotografia.

Trânsitos, 2013. Capa.

8.9 Trânsitos, 2013. Capa.

De Trânsitos, 2013. Fotografia.

8.12 De Trânsitos, 2013. Fotografia.

De Territórios, 2014. Fotografia.

8.15 De Territórios, 2014. Fotografia.

De Territórios, 2014. Fotografia.

8.18 De Territórios, 2014. Fotografia.

De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

8.21 De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

Estudo de luz. Fotografia.

8.4 De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

De Primum Lumen, 2008. Fotografia.

8.7 De Primum Lumen, 2008. Fotografia.

De Trânsitos, 2013. Fotografia.

8.10 De Trânsitos, 2013. Fotografia.

De Trânsitos, 2013. Fotografia.

8.13 De Trânsitos, 2013. Fotografia.

De Territórios, 2014. Fotografia.

8.16 De Territórios, 2014. Fotografia.

De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

8.19 De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

8.22 De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

Fiat Lux. Capa de álbum.

8.2 Fiat Lux. Capa de álbum.

Estudo de luz. Fotografia.

8.4 De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

De Enquadramentos, 1983. Fotografia.

8.6 De Enquadramentos, 1983. Fotografia.

De Primum Lumen, 2008. Fotografia.

8.8 De Primum Lumen, 2008. Fotografia.

De Trânsitos, 2013. Fotografia.

8.10 De Trânsitos, 2013. Fotografia.

De Trânsitos, 2013. Fotografia.

8.12 De Trânsitos, 2013. Fotografia.

Territórios, 2014. Capa.

8.14 Territórios, 2014. Capa.

De Territórios, 2014. Fotografia.

8.16 De Territórios, 2014. Fotografia.

De Territórios, 2014. Fotografia.

8.18 De Territórios, 2014. Fotografia.

De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

8.20 De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

8.22 De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

De Primum Lumen, 2008.

8.3 De Primum Lumen, 2008.

De Primum Lumen, 2008.

8.5 De Primum Lumen, 2008.

De Primum Lumen, 2008. Fotografia.

8.7 De Primum Lumen, 2008. Fotografia.

Trânsitos, 2013. Capa.

8.9 Trânsitos, 2013. Capa.

De Trânsitos, 2013. Fotografia.

8.11 De Trânsitos, 2013. Fotografia.

De Trânsitos, 2013. Fotografia.

8.13 De Trânsitos, 2013. Fotografia.

De Territórios, 2014. Fotografia.

8.15 De Territórios, 2014. Fotografia.

De Territórios, 2014. Fotografia.

8.17 De Territórios, 2014. Fotografia.

De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

8.19 De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

8.21 De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

8.23 De Fiat Lux, 2026. Fotografia.

9

Capítulo 9 · 1976–2026

Escrita

Revista de Cultura: A Mulher em Macau e na China. Capa.

Estampa 9.1 — Revista de Cultura: A Mulher em Macau e na China. Capa.

A última prática a ser reunida, e a que continua.

Crónicas para a imprensa de língua portuguesa de Macau: Lugar de Cidadania, Entreposto, Conversas do Chá e do Café, Roteiro de um Cidadão, Urbanidades. Ensaios para a Revista de Cultura; palestras sobre Silva Mendes, Afonso de Albuquerque e os macaenses.

Três livros: Conversas do Chá e do Café (2011), Escritos de Amor e Desafecto (2015) e Quotidianos (2018), cada um lançado duas vezes — em Macau e em Lisboa — à maneira de uma comunidade que vive em dois lugares.

Revista de Cultura, Instituto Cultural de Macau. Capa.

9.2 Revista de Cultura, Instituto Cultural de Macau. Capa.

À mesa com o poeta Eugénio de Andrade. Fotografia.

9.3 À mesa com o poeta Eugénio de Andrade. Fotografia.

O poeta Eugénio de Andrade, c. 1990. Fotografia.

9.4 O poeta Eugénio de Andrade, c. 1990. Fotografia.

Eugénio de Andrade a trabalhar, c. 1990. Fotografia.

9.5 Eugénio de Andrade a trabalhar, c. 1990. Fotografia.

O artista, c. 1990. Fotografia.

9.6 O artista, c. 1990. Fotografia.

Revista de Cultura, Instituto Cultural de Macau. Capa.

9.2 Revista de Cultura, Instituto Cultural de Macau. Capa.

Eugénio de Andrade a trabalhar, c. 1990. Fotografia.

9.5 Eugénio de Andrade a trabalhar, c. 1990. Fotografia.

À mesa com o poeta Eugénio de Andrade. Fotografia.

9.3 À mesa com o poeta Eugénio de Andrade. Fotografia.

O artista, c. 1990. Fotografia.

9.6 O artista, c. 1990. Fotografia.

O poeta Eugénio de Andrade, c. 1990. Fotografia.

9.4 O poeta Eugénio de Andrade, c. 1990. Fotografia.

Revista de Cultura, Instituto Cultural de Macau. Capa.

9.2 Revista de Cultura, Instituto Cultural de Macau. Capa.

O poeta Eugénio de Andrade, c. 1990. Fotografia.

9.4 O poeta Eugénio de Andrade, c. 1990. Fotografia.

O artista, c. 1990. Fotografia.

9.6 O artista, c. 1990. Fotografia.

À mesa com o poeta Eugénio de Andrade. Fotografia.

9.3 À mesa com o poeta Eugénio de Andrade. Fotografia.

Eugénio de Andrade a trabalhar, c. 1990. Fotografia.

9.5 Eugénio de Andrade a trabalhar, c. 1990. Fotografia.

António Conceição Júnior, 1993

António Conceição Júnior, 1993. Fotografia.

O jogo do macaense

“O macaense está sempre desperto para o outro. Conhecendo o outro — seu igual, diferentemente igual — é ele o ponto, a charneira, o elemento articulador entre dois mundos. O decifrador de Macau.”

Das entrevistas gravadas, 1998.

福

福

Fortuna

10 avos, 1982

祿

祿

Prosperidade

20 avos, 1982

壽

壽

Longevidade

50 avos, 1982

Macau tinha duas culturas. Uma face da moeda cabia ao Estado português; a outra tinha, portanto, de pertencer à outra cultura — e as duas faces tinham de ser uma só coisa: uma ponte que não se podia quebrar.

Percurso cronológico

Um percurso cronológico, segundo a edição revista de 50 e Mais Anos de CriActividade, Outubro de 2026. Os anos de Macau formam o seu núcleo; os anos do Porto são referidos brevemente.

1950

1950

1950

1951

1951

Nasce a 6 de Dezembro no Hospital de São Rafael, Macau, filho de Deolinda da Conceição — jornalista, escritora, autora de Cheong-Sam · A Cabaia — e de António Maria da Conceição, professor e campeão nacional de estafetas pelo Sporting.

1956

1956

Morte da mãe.

1960

1960

1960

1963

1963

Para Portugal, aos doze anos, para um colégio no Monte Estoril.

1965

1965

Dirige, desenha e escreve uma página juvenil no Notícias de Macau, aos catorze anos.

1967

1967

Primeira exposição individual em Macau: caricaturas e pinturas a óleo.

1968

1968

Ingressa na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, com Fernando Calhau e Julião Sarmento. Gravura com João Hogan.

1970

1970

1970

1970

1970

Primeira obra editada pela cooperativa Gravura; exposição colectiva.

1971–74

1971–74

Serviço militar em Macau. Painel mural para o Banco Comercial de Macau. Exposição de gravura e serigrafia, Hotel Lisboa. Ensina educação visual no Liceu Nacional Infante D. Henrique.

1975

1975

Conclui Artes Plásticas e Design na ESBAL com distinção. Exposição colectiva, Galeria S. Francisco, com Calhau e Sarmento.

1976

1976

Wong Fei Hong · Vento de Shantung, Edibanda. Representa Portugal no 12.º Congresso Internacional de Banda Desenhada, Lucca.

1977

1977

Regressa a Macau a convite do Governador Garcia Leandro; faz o levantamento da situação cultural do território e propõe um centro de artes.

1978

1978

Conservador do Museu Luís de Camões. Lança a ARTIS.

1979

1979

Primeiro restauro do museu, com a Fundação Gulbenkian. Preside à comissão executiva da Quinzena de Macau, em Lisboa; co-comissaria Macau · 400 Anos de Oriente.

1980

1980

1980

1980

1980

Reabre o museu com a primeira galeria de exposições temporárias de Macau. Primeiro acordo de intercâmbio cultural entre Macau e Hong Kong.

1981

1981

Acrílicos, Mitos e Molduras, Hong Kong Arts Centre. Primeira exposição de gravura portuguesa contemporânea em Macau.

1982

1982

Desenha a moeda de circulação e as comemorativas dos signos lunares — reeditadas três vezes em prata, ouro e platina. A emissão base de 24 selos e cinco colecções especiais. Desenho de notas na Bradbury Wilkinson.

1983

1983

Director de arte, Hyatt Regency Macau. Enquadramentos, primeiro álbum fotográfico. Interiores do PAK YUN, Estoril.

1984

1984

Director dos Serviços Recreativos e Culturais do Leal Senado. Funda a Associação de Designers de Macau e é eleito presidente. Cantão oferece cinquenta peças antigas ao museu.

1985

1985

Ciclo do XXV aniversário do museu. Abre a Classic Harmony, uma casa de alfaiataria.

1986

1986

Portugal à Beira da Estrada, segundo álbum. Decora o hotel de arte Hyatt de Melbourne. Os Últimos Cem Anos da Pintura Portuguesa, com a Gulbenkian.

1987

1987

Primeira Exposição Colectiva de Designers de Macau — o primeiro designer de moda do território. Dois grandes prémios Museion para o museu.

1988

1988

Assessor cultural do Governador Carlos Melancia; dirige o Gabinete do Complexo Cultural de Macau.

1989

1989

Primeiro inquérito aos hábitos culturais da população de Macau; plano de implementação do Centro Cultural.

1990

1990

1990

1990

1990

Visões, terceiro álbum. Macau Passado e Presente na Gulbenkian; Macau Sortilégio na Missão de Macau. Primeira colecção, Na Rota do Oriente, Casino Estoril.

1991

1991

Samarkanda · A Sagração da Primavera, melhor colecção na Expowear; apresentada na Europalia 91, em Bruxelas. Hábito · Memórias a Oriente, Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian.

1992

1992

Mandhala · No Topo do Mundo, dedicada ao Tibete, Expowear.

1993

1993

Macau · Via da Seda, Palácio de Queluz. Nam Ban em Serralves. Envolvências, quarto álbum, Gradiva. Director do Fórum de Macau. Membro da Sociedade Nacional de Belas-Artes.

1994

1994

Mãe China, Pequim; Amrhitsar, Dalian. Consultor honorário de moda de ambas as cidades.

1995

1995

Namasté. Congresso da AICA em Macau: Tàpies, a colecção Manuel de Brito, cerâmica de Shiwan, Metamorfoses do Vazio. Fardas para o aeroporto, o World Trade Center e o BNU. Presidente honorário vitalício da Associação de Designers.

1996

1996

Macau · A Invenção da Paisagem. Seminário sobre o aikido e a codificação do corpo, Escola Superior de Dança, Lisboa. Projecto de mobiliário intercultural.

1997

1997

Director artístico do 8.º Festival de Artes de Macau; O Som do Leque abre o festival. Paula Rego em Macau. A RTP transmite Prazer de Criar. Louvor unânime do Leal Senado.

1998

1998

Deixa a função pública; funda o seu gabinete de design e consultoria. Lugar de Cidadania no Ponto Final. The Body’s Soul, Hong Kong. Desassamblages, IPOR.

1999

1999

Vence o concurso para a Medalha da Transferência de Soberania. Consultor cultural da Fundação Macau para a Cooperação e o Desenvolvimento. Co-funda a A.M.E.D.A.F.O.

2000

2000

2000

2000

2000

Levantamento fotográfico de Ping Yao. Escreve Brumas do Kamogawa em Quioto. Consultor do Museu de Arte de Macau.

2001

2001

Preside ao seminário Cidades Criativas na XVII reunião da UCCLA. Concebe Visions of China para a Brown University e a Hong Kong University Press. BLADESIGN, design de espadas.

2002

2002

Palestras no Museu de Arte de Macau. Entreposto no Macau Hoje. Simbolismo e Espaço para a CEM — o concurso é anulado.

2003

2003

Comissaria o centenário de George Smirnoff. Apresenta um documentário do Discovery Channel sobre Macau. Júri da 5.ª Bienal Internacional de Design de Macau.

2004

2004

Prémio Carreira da Associação de Designers de Macau. Traje académico transcultural para o Instituto Inter-Universitário de Macau. Marca do XV aniversário do IPOR.

2005

2005

Retrospectiva de vinte e cinco anos, Instituto Politécnico de Macau. Mestres do Fogo.

2006

2006

História do Aço na Ásia Oriental — a primeira exposição no mundo sobre o tema. Luís Demée, Tempo Diluído. Selos para os Correios de Macau.

2007

2007

Exposição Robert Doisneau. Nova colecção de selos.

2008

2008

Platão em Terras de Confúcio, obras do Louvre. Macrocosmos e Primum Lumen. Capa para a reedição de A Cabaia, da mãe.

2009

2009

Presidente do Sporting Clube de Macau. Primum Lumen no Porto. Júri de selecção, Bienal de Veneza.

2010

2010

2010

2010

2010

Wong Fei Hong reeditado em Macau. Consultor honorário da cerâmica de Shiwan.

2011

2011

Primeira emissão filatélica do ano dos Correios de Macau. Conversas do Chá e do Café, primeiro livro.

2013

2013

Trânsitos, álbum e exposição. Sporting Clube de Macau, campeão da segunda divisão.

2014

2014

Territórios, sétimo álbum e exposição.

2015

2015

Escritos de Amor e Desafecto · Crónicas de Cidadania. Urbanidades no Hoje Macau.

2016

2016

Territórios no Centro Científico e Cultural de Macau, Lisboa.

2018

2018

Quotidianos, lançado em Macau e em Lisboa. Palestra sobre Afonso de Albuquerque.

2019

2019

Palestras na Fundação Rui Cunha. Muda-se para o Porto.

2020

2020

2020

2020

2020

Regressa à escrita e à pintura. Cinco capas de livros por convite.

2021

2021

Filmado para o documentário Mais Vale Nunca que Tarde.

2026

2026

Membro da Sociedade de Geografia de Lisboa. Escreve para Olhar Macau pelos Livros. Regressa ao retrato e à pintura.

Cargos ocupados

Conservador, Museu Luís de Camões

Conservador, Museu Luís de Camões

1978–1997

Política cultural, Câmara Municipal de Macau

Política cultural, Câmara Municipal de Macau

1978–1997

Quinzena de Macau, Fundação Gulbenkian — presidente executivo

Quinzena de Macau, Fundação Gulbenkian — presidente executivo

1979–1980

Director gráfico, Instituto Cultural de Macau

Director gráfico, Instituto Cultural de Macau

1982–1985

Director de arte, Hyatt Regency Macau

Director de arte, Hyatt Regency Macau

1982–1984

Gabinete de Numismática, Notafilia & Medalhística, Instituto Emissor

Gabinete de Numismática, Notafilia & Medalhística, Instituto Emissor

1982–1984

Director dos Serviços Culturais, Leal Senado de Macau

Director dos Serviços Culturais, Leal Senado de Macau

1984–1997

Presidente, Associação de Designers de Macau

Presidente, Associação de Designers de Macau

1984–1995

Conselheiro cultural do Governador de Macau

Conselheiro cultural do Governador de Macau

1988

Coordenador, Gabinete do Complexo Cultural de Macau

Coordenador, Gabinete do Complexo Cultural de Macau

1988–1991

Director, Fórum Macau

Director, Fórum Macau

1993–1997

Consultor honorário de moda, Pequim & Dalian

Consultor honorário de moda, Pequim & Dalian

1994

Director artístico do 8.º Festival de Artes de Macau

Director artístico do 8.º Festival de Artes de Macau

1997

Director, Galeria do World Trade Center Macau

Director, Galeria do World Trade Center Macau

1998

Consultor internacional, Museu de Arte de Macau

Consultor internacional, Museu de Arte de Macau

2000

Professor convidado, Instituto Politécnico de Macau

Professor convidado, Instituto Politécnico de Macau

2002–2004

Prémios

Grande Prémio

Museion — dois grandes prémios para exposições e catálogos, Os Últimos Cem Anos da Pintura Portuguesa

1.º Prémio

Campanha de limpeza de Macau — projecto e logótipo

1.º Prémio

Logótipo, Fórum de Macau

1.º Prémio

Logótipo, Sociedade do Aeroporto Internacional de Macau

1.º Prémio

Medalha, Instituto Cultural de Macau

1.º Prémio

Medalha, Transferência de Soberania de Macau, 1999

2.º Prémio

Cartaz, XXV Grande Prémio de Macau

Prémio

Prémio Carreira, Associação de Designers de Macau, 2004

“Um servidor público do território no mais nobre sentido da palavra — alguém que trouxe ao serviço público a excelência da criação privada.”

Antigo presidente do Leal Senado.

Alguns clientes

  • Banco Nacional Ultramarino

    ·

  • Banco Comercial de Macau

    ·

  • Banco do Oriente

    ·

  • Banco Seng Heng

    ·

  • Correios de Macau

    ·

  • Instituto Emissor de Macau

    ·

  • Instituto Cultural de Macau

    ·

  • Hyatt Regency

    ·

  • Hotel Lisboa

    ·

  • Hotel Bela Vista

    ·

  • Assembleia Legislativa

    ·

  • Autoridade da Aviação Civil

    ·

  • World Trade Center Macau

    ·

  • Masc Ogden · Nova Iorque

    ·

  • Companhia de Electricidade

    ·

  • C.T.M.

    ·

  • Instituto Politécnico de Macau

    ·

  • Instituto Português do Oriente

    ·

  • Festival Internacional de Música

    ·

  • Governo de Macau

    ·

  • Finibanco

    ·

  • Companhia de Seguros de Macau

    ·

  • Banco Nacional Ultramarino

    ·

  • Banco Comercial de Macau

    ·

  • Banco do Oriente

    ·

  • Banco Seng Heng

    ·

  • Correios de Macau

    ·

  • Instituto Emissor de Macau

    ·

  • Instituto Cultural de Macau

    ·

  • Hyatt Regency

    ·

  • Hotel Lisboa

    ·

  • Hotel Bela Vista

    ·

  • Assembleia Legislativa

    ·

  • Autoridade da Aviação Civil

    ·

  • World Trade Center Macau

    ·

  • Masc Ogden · Nova Iorque

    ·

  • Companhia de Electricidade

    ·

  • C.T.M.

    ·

  • Instituto Politécnico de Macau

    ·

  • Instituto Português do Oriente

    ·

  • Festival Internacional de Música

    ·

  • Governo de Macau

    ·

  • Finibanco

    ·

  • Companhia de Seguros de Macau

    ·

  • Banco Nacional Ultramarino

    ·

  • Banco Comercial de Macau

    ·

  • Banco do Oriente

    ·

  • Banco Seng Heng

    ·

  • Correios de Macau

    ·

  • Instituto Emissor de Macau

    ·

  • Instituto Cultural de Macau

    ·

  • Hyatt Regency

    ·

  • Hotel Lisboa

    ·

  • Hotel Bela Vista

    ·

  • Assembleia Legislativa

    ·

  • Autoridade da Aviação Civil

    ·

  • World Trade Center Macau

    ·

  • Masc Ogden · Nova Iorque

    ·

  • Companhia de Electricidade

    ·

  • C.T.M.

    ·

  • Instituto Politécnico de Macau

    ·

  • Instituto Português do Oriente

    ·

  • Festival Internacional de Música

    ·

  • Governo de Macau

    ·

  • Finibanco

    ·

  • Companhia de Seguros de Macau

    ·

Documentário · Em produção

Mais vale nunca
que tarde

Mais vale nunca
que tarde

Mais vale nunca
que tarde

Mais vale nunca que tarde. Um documentário sobre a vida e a obra de António Conceição Júnior, filmado no Porto e em Macau e realizado pelo filho, António — o rapaz de doze anos que surge a seu lado em Prazer de Criar, 1997.

A par disso, está em preparação a monografia António Conceição Júnior · Obras 1965–2025, em português, inglês e chinês tradicional.

Do arquivo · cassetes VHS

Arquivo em vídeo

Excertos das cassetes VHS guardadas pelo artista: desfiles, entrevistas e reportagens de televisão, sobretudo dos anos 90. Passe o cursor para pré-visualizar; clique para ver com som.

INa passerelle
IIÀ conversa
IIINa televisão

Excertos curtos, digitalizados de VHS. Programas de televisão © das respetivas estações (RTP, TDM).

António Conceição Júnior

António Conceição Júnior

António Conceição Júnior

Contactar António →

Vive e trabalha no Porto.

Vive e trabalha no Porto.

Membro da Sociedade Portuguesa de Autores e da Sociedade de Geografia de Lisboa.

Membro da Sociedade Portuguesa de Autores e da Sociedade de Geografia de Lisboa.

Material de arquivo: Colecção ACJ / Helena Vale, Porto, salvo indicação em contrário. © 2026 António Conceição Júnior.