Uma vida entre linguagens
Cinquenta e mais anos de CriActividade
Nascido em Macau em 1951, numa família que já moldara a vida literária do território, António Conceição Júnior construiu uma obra que atravessa a pintura, o design, a fotografia, a escrita, a moda e a liderança cultural. No último quarto de século do Macau português, as moedas, os selos, a marca dos camiões de limpeza, os catálogos do museu e as roupas das primeiras passerelles do território foram — numa medida impensável em qualquer lugar maior — obra de um único designer.
24
selos da emissão base dos Correios de Macau
400+
livros, catálogos e cartazes com direcção de arte
10
colecções de moda, 1990–1998
7
álbuns fotográficos
12+
medalhas por convite e por concurso
3
livros de crónicas e contos








Biografia
De uma fotografia de 1925 ao atelier do Porto
Oito capítulos de uma vida entre dois mundos — a mãe jornalista, o pai campeão de velocidade, o rapaz no barco para Hong Kong, o director de museu aos vinte e sete anos, a cidade que desenhou e o escritor em que se tornou.
Ler a biografia →
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Capítulo 1 · 1965–1976
O Desenho e o Romance Gráfico

Estampa 1.1 — Wong Fei Hong · O Vento de Shantung, 1976. Desenho original, tinta sobre papel.
Tudo começa no papel.
Aos catorze anos dirigiu, desenhou e escreveu uma página juvenil no Notícias de Macau. Aos dezasseis, caricaturas e pinturas a óleo preenchiam a sua primeira exposição individual. Um retrato, já então o compreendia, é um argumento.
Na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, ao lado de Fernando Calhau e de Julião Sarmento, aprendeu a chapa, a prova e a tiragem com João Hogan. Em 1976 a Edibanda publicou Wong Fei Hong · O Vento de Shantung — uma China desenhada de memória e não de palavras de ordem — e representou Portugal no 12.º Congresso Internacional de Banda Desenhada, em Lucca.
Capítulo 2 · 1978–1998
O Museu e a Galeria
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Aos vinte e sete anos, o primeiro conservador a tempo inteiro de um museu que nunca tivera nenhum.
A 1 de Janeiro de 1978 tornou-se conservador-director do Museu Luís de Camões, um museu de arte chinesa instalado na Casa Garden e nascido do legado de Manuel da Silva Mendes — professor dos seus pais. Fotografou a colecção para o primeiro inventário, lançou a revista ARTIS e, com a Gulbenkian, levou a cabo o primeiro restauro do museu.
Abriu a primeira galeria de exposições temporárias de Macau, comissariou Macau · 400 Anos de Oriente em Lisboa, assegurou o primeiro acordo de intercâmbio cultural com Hong Kong e trouxe ao território Tàpies, Paula Rego e a colecção Manuel de Brito. Seguiram-se dois grandes prémios Museion.

Estampa 2.1 — Macau · 400 Anos de Oriente, Fundação Gulbenkian, Lisboa, 1980. Vista da exposição.
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Capítulo 3 · 1978–2020
Identidade, Marcas e Impressos

Estampa 3.1 — Cidade Nossa · Cidade Limpa, c. 1984. Marca da campanha de limpeza de Macau. Primeiro prémio.
Uma identidade como acto público, não como marca.
Uma folha verde e quatro palavras — Cidade Nossa, Cidade Limpa. Vencedora de um concurso nacional, construída sobre uma grelha rigorosa, a marca da campanha de limpeza continua nos camiões da cidade quarenta anos depois.
O hospital Conde de S. Januário, o Instituto Português do Oriente, o Fórum de Macau, a Autoridade de Aviação Civil: desenhou as marcas que a Macau do final da administração portuguesa ostentou, e fez a direcção de arte de mais de quatrocentos livros, catálogos e cartazes.
Capítulo 4 · 1982–2011
Moedas, Selos, Medalhas e Joalharia
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A mais pequena escala, o maior público.
Em 1982, depois de se formar em desenho de notas na Bradbury Wilkinson, em Londres, desenhou a moeda circulante de Macau. Uma face ostenta as armas portuguesas; a outra, um carácter chinês — 福 fortuna, 祿 prosperidade, 壽 longevidade — inscrito num quadrado, a terra dentro do círculo do céu. Duas culturas, um só objecto: “uma ponte que não se podia quebrar”.
No mesmo ano desenhou a emissão base de vinte e quatro selos dos Correios de Macau. Seguiram-se mais de uma dúzia de medalhas, entre elas o projecto vencedor da Transferência de Soberania, em 1999 — uma edição de duas mil que nunca chegou a ser distribuída.

Estampa 4.1 — 10 avos, 1982. Anverso e reverso: 福, fortuna. Latão.
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Capítulo 5 · 1985–1998
Moda

Estampa 5.1 — Samarkanda · A Sagração da Primavera, Expowear, FIL Lisboa, 1991.
Oito anos, dez colecções, nenhuma etiqueta.
O primeiro estilista de Macau, num lugar onde a expressão ainda nada significava. As colecções começam com Na Rota do Oriente no Casino Estoril em 1990; Samarkanda · A Sagração da Primavera foi distinguida como melhor colecção na Expowear em 1991 e seguiu para a Europalia, em Bruxelas.
Mandhala, Nam Ban, Corpo de Seda, Mãe China em Pequim, Amrhitsar em Dalian, Namasté, The Body’s Soul em Hong Kong. Recusou uma boutique — “isso é casar-me pelo artesanato” — querendo antes abrir a indústria têxtil portuguesa à China, ao Japão e à Índia por via de Macau.
Capítulo 6 · 1995–2004
Traje, Uniforme e Cena
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Reconhecível num relance, em duas culturas, sem disfarce.
Para o novo aeroporto internacional, o World Trade Center, o BNU e o BCM-Asia, desenhou a maior parte das fardas com que um visitante se cruzaria na Macau dos anos 1990 — e, em 2004, o traje académico do Instituto Inter-Universitário: uma beca europeia repensada para uma cidade chinesa.
Em 1997, como director artístico do 8.º Festival de Artes de Macau, inaugurou-o com O Som do Leque, um bailado transcultural coreografado por Vasco Wellenkamp, para o qual concebeu cenário, figurinos, programa e cartaz, e ensinou aikido aos bailarinos.

Estampa 6.1 — Colecção Criador: desenho de criação a partir do kamishimo do período Edo. Tinta sobre papel.
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Capítulo 7 · 1972–2002
Interiores e o Não Construído

Estampa 7.1 — O Trono. De Desassamblages, IPOR, Macau, 1998.
Espaços entendidos como páginas.
Director artístico do Hyatt Regency Macau; interiores do restaurante PAK YUN, no Estoril; um projecto de mobiliário intercultural; Desassamblages no IPOR, em 1998.
E as propostas que sobreviveram às suas instituições: um centro de artes que teria de ser “supralinguístico” para chegar a todas as comunidades (1977), um museu numismático, um festival de moda do Sudeste Asiático, um Centro de Criatividade — “lugar de Inteligência” — para uma Macau cujo futuro ele via nas ideias.
Capítulo 8 · 1983–2016
Fotografia
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Construídas antes de serem tiradas — nos momentos que antecedem o sono.
Álbuns ao longo de três décadas: Enquadramentos (1983), Portugal à Beira da Estrada (1986), Visões (1990), Envolvências (1993), Macrocosmos (2008), Primum Lumen, a luz primordial (2008), Trânsitos (2013) e Territórios (2014).
Sequências, mais do que registos. Em Macau, uma velha janela numa rua das traseiras pode dar início a um tema cujo fim ele ainda não conhece.

Estampa 8.1 — De Primum Lumen, 2008. Fotografia.
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Capítulo 9 · 1976–2026
Escrita

Estampa 9.1 — Revista de Cultura: A Mulher em Macau e na China. Capa.
A última prática a ser reunida, e a que continua.
Crónicas para a imprensa de língua portuguesa de Macau: Lugar de Cidadania, Entreposto, Conversas do Chá e do Café, Roteiro de um Cidadão, Urbanidades. Ensaios para a Revista de Cultura; palestras sobre Silva Mendes, Afonso de Albuquerque e os macaenses.
Três livros: Conversas do Chá e do Café (2011), Escritos de Amor e Desafecto (2015) e Quotidianos (2018), cada um lançado duas vezes — em Macau e em Lisboa — à maneira de uma comunidade que vive em dois lugares.

António Conceição Júnior, 1993. Fotografia.
O jogo do macaense
“O macaense está sempre desperto para o outro. Conhecendo o outro — seu igual, diferentemente igual — é ele o ponto, a charneira, o elemento articulador entre dois mundos. O decifrador de Macau.”
Das entrevistas gravadas, 1998.
Fortuna
10 avos, 1982
Prosperidade
20 avos, 1982
Longevidade
50 avos, 1982
Macau tinha duas culturas. Uma face da moeda cabia ao Estado português; a outra tinha, portanto, de pertencer à outra cultura — e as duas faces tinham de ser uma só coisa: uma ponte que não se podia quebrar.
Percurso cronológico
Um percurso cronológico, segundo a edição revista de 50 e Mais Anos de CriActividade, Outubro de 2026. Os anos de Macau formam o seu núcleo; os anos do Porto são referidos brevemente.
Nasce a 6 de Dezembro no Hospital de São Rafael, Macau, filho de Deolinda da Conceição — jornalista, escritora, autora de Cheong-Sam · A Cabaia — e de António Maria da Conceição, professor e campeão nacional de estafetas pelo Sporting.
Morte da mãe.
Para Portugal, aos doze anos, para um colégio no Monte Estoril.
Dirige, desenha e escreve uma página juvenil no Notícias de Macau, aos catorze anos.
Primeira exposição individual em Macau: caricaturas e pinturas a óleo.
Ingressa na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, com Fernando Calhau e Julião Sarmento. Gravura com João Hogan.
Primeira obra editada pela cooperativa Gravura; exposição colectiva.
Serviço militar em Macau. Painel mural para o Banco Comercial de Macau. Exposição de gravura e serigrafia, Hotel Lisboa. Ensina educação visual no Liceu Nacional Infante D. Henrique.
Conclui Artes Plásticas e Design na ESBAL com distinção. Exposição colectiva, Galeria S. Francisco, com Calhau e Sarmento.
Wong Fei Hong · Vento de Shantung, Edibanda. Representa Portugal no 12.º Congresso Internacional de Banda Desenhada, Lucca.
Regressa a Macau a convite do Governador Garcia Leandro; faz o levantamento da situação cultural do território e propõe um centro de artes.
Conservador do Museu Luís de Camões. Lança a ARTIS.
Primeiro restauro do museu, com a Fundação Gulbenkian. Preside à comissão executiva da Quinzena de Macau, em Lisboa; co-comissaria Macau · 400 Anos de Oriente.
Reabre o museu com a primeira galeria de exposições temporárias de Macau. Primeiro acordo de intercâmbio cultural entre Macau e Hong Kong.
Acrílicos, Mitos e Molduras, Hong Kong Arts Centre. Primeira exposição de gravura portuguesa contemporânea em Macau.
Desenha a moeda de circulação e as comemorativas dos signos lunares — reeditadas três vezes em prata, ouro e platina. A emissão base de 24 selos e cinco colecções especiais. Desenho de notas na Bradbury Wilkinson.
Director de arte, Hyatt Regency Macau. Enquadramentos, primeiro álbum fotográfico. Interiores do PAK YUN, Estoril.
Director dos Serviços Recreativos e Culturais do Leal Senado. Funda a Associação de Designers de Macau e é eleito presidente. Cantão oferece cinquenta peças antigas ao museu.
Ciclo do XXV aniversário do museu. Abre a Classic Harmony, uma casa de alfaiataria.
Portugal à Beira da Estrada, segundo álbum. Decora o hotel de arte Hyatt de Melbourne. Os Últimos Cem Anos da Pintura Portuguesa, com a Gulbenkian.
Primeira Exposição Colectiva de Designers de Macau — o primeiro designer de moda do território. Dois grandes prémios Museion para o museu.
Assessor cultural do Governador Carlos Melancia; dirige o Gabinete do Complexo Cultural de Macau.
Primeiro inquérito aos hábitos culturais da população de Macau; plano de implementação do Centro Cultural.
Visões, terceiro álbum. Macau Passado e Presente na Gulbenkian; Macau Sortilégio na Missão de Macau. Primeira colecção, Na Rota do Oriente, Casino Estoril.
Samarkanda · A Sagração da Primavera, melhor colecção na Expowear; apresentada na Europalia 91, em Bruxelas. Hábito · Memórias a Oriente, Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian.
Mandhala · No Topo do Mundo, dedicada ao Tibete, Expowear.
Macau · Via da Seda, Palácio de Queluz. Nam Ban em Serralves. Envolvências, quarto álbum, Gradiva. Director do Fórum de Macau. Membro da Sociedade Nacional de Belas-Artes.
Mãe China, Pequim; Amrhitsar, Dalian. Consultor honorário de moda de ambas as cidades.
Namasté. Congresso da AICA em Macau: Tàpies, a colecção Manuel de Brito, cerâmica de Shiwan, Metamorfoses do Vazio. Fardas para o aeroporto, o World Trade Center e o BNU. Presidente honorário vitalício da Associação de Designers.
Macau · A Invenção da Paisagem. Seminário sobre o aikido e a codificação do corpo, Escola Superior de Dança, Lisboa. Projecto de mobiliário intercultural.
Director artístico do 8.º Festival de Artes de Macau; O Som do Leque abre o festival. Paula Rego em Macau. A RTP transmite Prazer de Criar. Louvor unânime do Leal Senado.
Deixa a função pública; funda o seu gabinete de design e consultoria. Lugar de Cidadania no Ponto Final. The Body’s Soul, Hong Kong. Desassamblages, IPOR.
Vence o concurso para a Medalha da Transferência de Soberania. Consultor cultural da Fundação Macau para a Cooperação e o Desenvolvimento. Co-funda a A.M.E.D.A.F.O.
Levantamento fotográfico de Ping Yao. Escreve Brumas do Kamogawa em Quioto. Consultor do Museu de Arte de Macau.
Preside ao seminário Cidades Criativas na XVII reunião da UCCLA. Concebe Visions of China para a Brown University e a Hong Kong University Press. BLADESIGN, design de espadas.
Palestras no Museu de Arte de Macau. Entreposto no Macau Hoje. Simbolismo e Espaço para a CEM — o concurso é anulado.
Comissaria o centenário de George Smirnoff. Apresenta um documentário do Discovery Channel sobre Macau. Júri da 5.ª Bienal Internacional de Design de Macau.
Prémio Carreira da Associação de Designers de Macau. Traje académico transcultural para o Instituto Inter-Universitário de Macau. Marca do XV aniversário do IPOR.
Retrospectiva de vinte e cinco anos, Instituto Politécnico de Macau. Mestres do Fogo.
História do Aço na Ásia Oriental — a primeira exposição no mundo sobre o tema. Luís Demée, Tempo Diluído. Selos para os Correios de Macau.
Exposição Robert Doisneau. Nova colecção de selos.
Platão em Terras de Confúcio, obras do Louvre. Macrocosmos e Primum Lumen. Capa para a reedição de A Cabaia, da mãe.
Presidente do Sporting Clube de Macau. Primum Lumen no Porto. Júri de selecção, Bienal de Veneza.
Wong Fei Hong reeditado em Macau. Consultor honorário da cerâmica de Shiwan.
Primeira emissão filatélica do ano dos Correios de Macau. Conversas do Chá e do Café, primeiro livro.
Trânsitos, álbum e exposição. Sporting Clube de Macau, campeão da segunda divisão.
Territórios, sétimo álbum e exposição.
Escritos de Amor e Desafecto · Crónicas de Cidadania. Urbanidades no Hoje Macau.
Territórios no Centro Científico e Cultural de Macau, Lisboa.
Quotidianos, lançado em Macau e em Lisboa. Palestra sobre Afonso de Albuquerque.
Palestras na Fundação Rui Cunha. Muda-se para o Porto.
Regressa à escrita e à pintura. Cinco capas de livros por convite.
Filmado para o documentário Mais Vale Nunca que Tarde.
Membro da Sociedade de Geografia de Lisboa. Escreve para Olhar Macau pelos Livros. Regressa ao retrato e à pintura.
Escritos
Sessenta e três textos, um só arquivo
Entrar no arquivo →
Júlio Pomar, o suave rebelde
Como que por coincidência, mirei ontem à noite o relógio. Eram 01:57 e, sonolento, coloqueios auscultadores que estão bem perto, para ouvir as notícias da Antena 1. O noticiário abriu com uma triste notícia: Júlio Pomar tinha falecido aos 92 anos. Olhei para…
I ara Puig? E agora Puig?
Eles juram a pés juntos que “Cristòfor Colom ès el nostre” e que “la independència de Portugal ha afectat a la nostre”, ainda que outros reinos, como o de Castela, Navarra e Aragão se tenham tornado independentes. A questão da independência pôs-se quando…
O Síndroma do Ken Lee
O media é a mensagem. Isto é apenas dizer que as consequências pessoais e sociais de qualquer meio de comunicação (media) – ou seja, de qualquer extensão de nós mesmos – resultam da nova escala que é introduzida nos nossos assuntos por cada extensão de nós…
Cargos ocupados
1978–1997
1978–1997
1979–1980
1982–1985
1982–1984
1982–1984
1984–1997
1984–1995
1988
1988–1991
1993–1997
1994
1997
1998
2000
2002–2004
Prémios
Grande Prémio
Museion — dois grandes prémios para exposições e catálogos, Os Últimos Cem Anos da Pintura Portuguesa
1.º Prémio
Campanha de limpeza de Macau — projecto e logótipo
1.º Prémio
Logótipo, Fórum de Macau
1.º Prémio
Logótipo, Sociedade do Aeroporto Internacional de Macau
1.º Prémio
Medalha, Instituto Cultural de Macau
1.º Prémio
Medalha, Transferência de Soberania de Macau, 1999
2.º Prémio
Cartaz, XXV Grande Prémio de Macau
Prémio
Prémio Carreira, Associação de Designers de Macau, 2004
“Um servidor público do território no mais nobre sentido da palavra — alguém que trouxe ao serviço público a excelência da criação privada.”
Antigo presidente do Leal Senado.
Alguns clientes
Documentário · Em produção
Mais vale nunca que tarde. Um documentário sobre a vida e a obra de António Conceição Júnior, filmado no Porto e em Macau e realizado pelo filho, António — o rapaz de doze anos que surge a seu lado em Prazer de Criar, 1997.
A par disso, está em preparação a monografia António Conceição Júnior · Obras 1965–2025, em português, inglês e chinês tradicional.
Do arquivo · cassetes VHS
Arquivo em vídeo
Excertos das cassetes VHS guardadas pelo artista: desfiles, entrevistas e reportagens de televisão, sobretudo dos anos 90. Passe o cursor para pré-visualizar; clique para ver com som.
Excertos curtos, digitalizados de VHS. Programas de televisão © das respetivas estações (RTP, TDM).



























































































































